
Perdidos na selva


O candidato a prefeito do município de Caetité, sudoeste da Bahia, José Silveira Rocha, mais conhecido como "Tota", da coligação "Caetité cada vez melhor", vai ter que se explicar na Justiça eleitoral, a denuncia de compra de votos apresentada pela coligação opositora. A partir da data de notificação ele terá cinco dias para apresentar defesa no processo de numero 158/2008, que corre no cartório eleitoral da comarca da cidade. A denuncia diz que o candidato citado teria sido flagrado em uma conversa que foi gravada por um dos interlocutores prometendo dinheiro e emprego, sendo comprovada à acusação ele poderá responder por crime eleitoral e corre o risco de ter cassado o registro da sua candidatura. O Site JJSHOW se coloca a inteira disposição da parte citada para quaisquer esclarecimentos.





A educação escolar indígena é uma modalidade de ensino que vem recebendo um tratamento especial por parte do Ministério da Educação, alicerçada em um novo paradigma educacional de respeito à interculturalidade, ao multilinguismo e a etnicidade. Incumbido de coordenar as ações educacionais no país, por força do Decreto Presidencial 26/91, em articulação com as secretarias estaduais e municipais de educação, o Ministério da Educação vem implementando uma política nacional de educação escolar indígena, atendendo preceitos legais estabelecidos na Constituição de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Plano Nacional de Educação.







No ia 14 de agosto de 2008, a Caros Amigos publicou em seu site (www.carosamigos.com.br) um vídeo referente a uma manifestação dos militares em repudio aos ministros da justiça e da Secretaria de Direitos Humanos, que defendem a punição para os autores de crimes contra a humanidade.
Na saída da manifestação, os militares encontraram com manifestações que gritavam "tortura nunca mais". um dos militares, o deputado federal e capitão da reserva do Exército Jair Bolsonaro, disse que " o erro foi torturar e não matar", concluindo com um palavrão.
No dia 18 de agosto o site da Caros Amigos foi invadido por hacker e ficou inativo por um dia.
Nesta matéria cabe duas reflexões:
A primeira é que os órgãos de defesa pública se mostram totalmente despreparados, ou seja, o foco principal não é a segurança das pessoas e sim a defesa de sua entidade, mesmo que se precise de tortura para isso.
A segunda reflexão é em relação ao nossos representantes políticos que nem se quer entendem de política, pois não respeitaram uma manifestação popular que é garantida pela Constituição Federal. Cabe lembrar que estamos em um ano eleitoral, portanto antes de ir para as urnas, devemos estar ciente da história política dos nossos candidatos e não apenas acreditar nas promessas de campanhas.
Quarta-feira, dia 20 de fevereiro de 2002 foi uma data histórica. Durante um minuto, houve uma conjunção de números que somente ocorre duas vezes por milênio.Essa conjugação ocorreu exatamente às 20 horas e 02 minutos de 20 de fevereiro do ano 2002, ou seja, 20:02 20/02 2002.É uma simetria que na matemática é chamada de capicua (algarismos que dão o mesmo número quando lidos da esquerda para a direita, ou vice-versa). A raridade deve-se ao fato de que os três conjuntos de quatro algarismos são iguais (2002) e simétricos em si (20:02, 20/02 e 2002).






O preço da terra no semi-árido baiano subiu 2000% em dois anos. Um hectare que era vendido por cerca de R$ 50 em 2006, já é encontrado por, pelo menos, R$ 1 mil. O mercado imobiliário rural da região atribui o aumento ao crescente interesse dos empresários do agronegócio sobre as áreas mais indicadas da Bahia para o cultivo de oleaginosas, utilizadas como matéria-prima para a produção de agrocombustível.
Segundo o corretor de imóveis, Guilherme Filho, a maior parte dos empresários não quer investir no plantio de mamona, planta típica do semi-árido baiano. Guilherme explica que, devido à divulgação do governo de que não é possível fabricar agrocombustível apenas com a mamona, os empresários apostam no pinhão manso.
Porém, muitos empresários estão comprando as terras apenas para vendê-la no futuro. Guilherme afirmou que todos acreditam que a valorização da área vai continuar e, por isso, “a demanda é tanta que está faltando terra para vender”, afirmou.A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado da Bahia (Seagri) afirmou estar preocupada com o crescimento do número de terras baianas de propriedade de empresários estrangeiros.
De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em 2007, menos de 1% das terras agrícolas da Bahia pertenciam a estrangeiros. Porém, a assessoria do órgão admite que os números estão defasados e que muitos empresários brasileiros compram imóveis em nome de grupos internacionais, ou seja, são usados como “laranja”.